Ele achava que seria um velho massa. Mas já me confessou achar que não envelheceria.
Adorava quadros, mas não conseguia pregar um prego direito.
Toda vez que ia tomar banho me chamava pra fazer companhia no banheiro, eu sempre ia.
Só tomava café da manhã para me agradar.
Odiava canjica doce, dizia que preferia comer baratas. Eu adoro!! A canjica... não as baratas.
Só levantava da cama aos domingos depois do meio dia.
Não procurava nada, sempre perguntava "Linda, cadê"?
Acordava sem querer acordar, e com voz de trombone.
Não deixava ninguém cortar suas unhas do pé. Roía todas da mão.
Bebidas: Vodka, Coca cola e suco de maracujá.
Comida: Muito quente!! Feijão, sem caldo. Moqueca de camarão a qualquer hora. Peixe só frito.
Domingo em GV sempre ia de Pizza de Camarão da Brothers, em Juiz de Fora Quiosquin.
Trocava o disco que eu escolhia para tocar, sempre.
Não tinha paciência pra ouvir um álbum inteiro, sem voltar ou avançar as músicas.
Nunca perdeu a paciência comigo, por nada.
Nunca perdeu a paciência comigo, por nada.
Toda segunda-feira ele adotava minha alimentação natural, mas abandonava na quinta.
Bom meu filho, é mais ou menos isso.
Tem gente que vive vinte, trinta, quareta anos ao lado de uma pessoa e não REconhece os silêncios, as dores, os olhares e os 'gostares' do outro. A história de vocês foi tão intensa uqe não tem como não me emocionar sempre que te leio... páginas de muito amor e admiração pelo outro... tão lindo, rico e profundo que não tem como não devolver em forma de carinho. Bjo no seu coração e do Alfredo.
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