Sabe Alfredo, quando seu coração não "bagunça" querendo alguém, segue sereno e calmo.
O silêncio e o vazio, pulsam espaços que, sinceramente, eu não cultivo.
O silêncio e o vazio, pulsam espaços que, sinceramente, eu não cultivo.
Não me falta Amor meu Pequeno, me falta Amar.
Tem coisas que nem veio e eu já tava deixando ir.
É hora de desencostar essa "velha" alma da janela, e pular dentro da vida que passa.
Deixar a sacada, e entrar novamente na dança.
Eu tive um amor que soube começar. Que soube durar. Que eternizou você.
Chegou a hora de permitir que esse amor saiba "recuar".
Ficará preservado no sótão do meu coração, como Preciosa Relíquia.
Ainda aberta, está minha caixinha de música, onde uma bailarina solitária rodopia ao som de um melancólico blues de lembranças; entre tolas esperanças e sonhos que foi preciso deixar pra uma outra vida. Nela, guardo o que de melhor viveu em mim: Companheirismo de vidas e vindas, verdades que só eu e ele conhecemos.
Raridade cultivada no Carvalho do tempo, que exibo orgulhosa nos corredores de mim.
Hora de fechar minha caixinha de sonhos, guardar meu Gigante Tesouro, mudar a melodia, retirar de cena a triste bailarina.
Mais uma vez, minha sabedoria mais que força.
Tudo nessa vida só dá certo quando vem de dentro para fora. O contrário é impulso, e não vale a pena.
Só vale quando o coração está cheio de vontade, preste muita atenção nisso Alfredo.
Assim, você evita mergulhar em amores rasos demais.
Amor só serve se for inteiro, metade não interessa não.
Amor só serve se for inteiro, metade não interessa não.
Aí sabe!
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