Saudade nem devia existir.. em língua nenhuma.
Ela dói.
Faz seu coração parar.. te empurra pra mais crua solidão, te impõe o limite da distância, com generosa pitada de falta. Amarga a saliva constatar sua impotência diante da perda.
Nem adianta o Amor tentar adoçar a Saudade.
O fel da dor que ela produz, sufoca qualquer poesia, te arrebata pra melancolia.. te faz sentir a ausência, como se fosse presença, a todo momento cutucando a ferida.
Saudade, devia ser uma porta trancada, cujo segredo fosse a verdade da Falta, e se abrisse de novo o sorriso daquele que te levou a vida.

Vc me fez lembrar Drummond
ResponderExcluir"Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a, branca, tão pegada,
aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim."
Luz e paz lindeza.
Vcs tem meu amor!!!
beijos
Ei Karina.. eu nao tenho msn, por isso nao te adicionei. Eu amo Drummond, fiquei lisonjeado te te-la lembrado ele.. imagina.. kkk.. Estou em GV ate dezembro, vamos pra Vila Velha, eu e Alfredo morar na praia, quem sabe vc vem aqui.. Super bjo
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