Hoje não estou conseguindo conter a necessidade de escrever aqui, como se estar aqui me aproximasse um pouco mais de quem eu nunca quis me afastar. Alfredo, você tão pequeno e solicitando toda minha atenção na sala com seus brinquedos, mas filho, hoje meus pensamentos estão tão longe.. desculpe-me por isso. A noite recebo vovô Netinho e Vovó Gilda pra comemorar meus 32 anos e só me pergunto: - Como se faz uma festa sem seu pai? Ele era a própria festa. Se estivesse aqui comigo eu estaria tão certa do que queria, mas hoje eu só consigo manter a concentração no equilibrio que preciso ter para oferecer a você alegria, e a tantas pessoas envolvidas na nossa vida que esperam minha reação positiva.
Meu pequeno, quando você tiver maturidade pra ler tudo isso com certeza não estarei vivenciando essa falta com tanta dor, mas quero que você tenha conhecimento de cada dia em que vivi só pra conseguir durmir a noite e a noite que durmi só pra conseguir viver o outro dia.
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