Drª Nélida disse que não há nada que ela possa me passar que estimule o Alfredo virar de cabeça pra baixo. Brincadeira ne? Poxa vida, eu queria tanto que ele escolhesse o dia do seu nascimento, que viesse ao mundo quando estivesse preparado pra isso e que fosse uma surpresa pra nós esse dia.
Sonhei tanto em, de repente, começar a sentir os sinais da sua chegada, ir pra maternidade sentindo as dores do parto e ver a carinha do meu pequeno depois de muito esforço pra ele nascer, da forma mais normal possível, idealizei uma mistura de sofrimento com emoção e me emocionei com essa cena diversar vezes, na minha cabecinha fértil, claro.
E agora me pego na correria de tentar aceitar uma cesariana, e ver a melhor forma de ter um pós parto saudável. Não quero deixar que isso me atrapalhe a continuar insistindo em visualizar o Alfredo chegando naturalmente, mas também preciso me preparar para aceitar não "participar" do seu nascimento de forma ativa.
Eu li uma frase que me motivou muito a continuar persistindo: " Quem decide é a natureza divina, e ela, meu amigo, só define quando chega a hora." Portanto, Seja o que Deus quiser e não o que eu quero.
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